Salvador...
SALVA...
DOR...
sexta-feira, agosto 31, 2007
Postado por Meires em sexta-feira, agosto 31, 2007 1 comentários
Marcadores: Meus Dias
domingo, agosto 19, 2007
Mais uma...
Fiz o texto sobre o Homem Provisório, mas estou tão desconfiada, talvez não esteja à altura do eu gostaria que fosse... Por isso, fica no aguardo, só depois. Me desculpem!
Eta semaninha desconjuntada. Que bom que já foi! Mas o negócio é caminhar pra frente! Sempre!
Agora lembrei deCecília Meireles que disse certa vez:
"Aprendi com a primavera a me deixar cortar.
E a voltar sempre inteira!"
Estou inteirinha para os novos desafios que me aguardam nesta semana que se inicia.
Que seja primavera ou não.
Postado por Meires em domingo, agosto 19, 2007 0 comentários
Marcadores: Meus Dias
sexta-feira, agosto 17, 2007
Cenas de Infância...
Um grupo de crianças estava com um monte de sacolas plásticas para soltarem no ar. Eles corriam com as benditas sacolas e quando elas estavam cheias de ar, as soltavam. Com o vento típico dessa época do ano, sobem um tanto!
Na minha época (que não faz taaaannnnto tempo assim) a gente fazia isso depois das 22 horas, pois o vento ficava mais forte. Era super divertido! Não tínhamos consciência de que estávamos contribuindo para o poluição do meio ambiente, igualzinho àqueles moleques de hoje. O que será que mudou? A verdade é que nas duas épocas o objetivo era se divertir com o que se tinha disponível.
Tive o prazer de ter uma infância muito boa, e acho que o que a fez tão especial foi a falta de coisas já prontas. Quem quisesse brincar que tivesse criatividade para inventar as brincadeiras, ou mesmo, fazer as já conhecidas bem mais divertidas.
Sacolas que "voavam" abrilhantando as noites estreladas;
Notinhas de carteira de cigarro (que muitas vezes valeu mais que dinheiro de verdade);
Coleção de tampas de garrafa (não sei como, mas aparecia até tampas de outros países);
Álbuns de figurinhas (quem já não se martirizou pra arrumar a última do álbum?);
Pau da bandeira (na nossa rua, até hoje tem a tradição de ir no mato pegar um tronco, e fazer igualzinho a cidade faz com o pau da bandeira de São Sebastião, hihhihihihi);
Bandinha de lata (Eu já fui cantora da bandinha da minha rua! hahhaahhaahaha!!!);
Cai no poço (eu sempre ficava pra dizer: "cai no poço...", Já tinha os casais certinhos e eu ficava sobrando... Pode?);
Mata (Nessa eu era a melhor, todo mundo queria ir no meu time!, sem brincadeira!)
Casinha na árvore (todas a meninas da rua tinha um lugarzinho reservado no pé de cajarana da rua. Eita! Saia cada briga!)
Esses são alguns exemplos! É que se eu for colocar todas as brincadeiras, vou ter que ficar aqui por tempo indeterminado.
Então... outra coisa que me lembrei foi dos benditos apelidos! Hoje eu vi uma briga feia, de dois meninos. Um apelidava o outro e acabaram se enrolando nos tapas... Vixe! Nem conto as vezes que aconteceu comigo. Tinha dois apelidos que eu ODIAVA!!! E que claro! Não vou colocar aqui, né?
Para não ser chata, de quebra vou contar os apelidos carinhosos e engraçados que eu gosto:
Meirinha
Meireskovsky
Eita! Vim pra cá falar de outra coisa e acabei escrevendo uma nada a ver.
Mas vamos pra frente!
Amanhã colocarei um texto que fiz sobre o melhor espetáculo que assisti esse ano: O Homem Provisório!
Postado por Meires em sexta-feira, agosto 17, 2007 0 comentários
Marcadores: Meus Dias
terça-feira, agosto 07, 2007
A perda do presente pela novela das oito
Por Mêires Moreira
Havia alguns instantes que aquela criatura estava ali, imóvel!
Por mais que o tempo passasse não sentia vontade de sair, nem se mexer. Nem mesmo uma articulaçãozinha qualquer. Estava imersa ao bater do coração. Descompassado, ligeiro. E como ela, assustado. Era triste ver que o castelo ruiu, que o príncipe não foi mais que um ser artificial, aliás, como ele mesmo disse: "Jamais existiu”. Como fora tão tonta! Ela mesma dizia às amigas: "Eu não sou um sonho, eu sou mais realidade". Isso era para mostrar que preferia viver, a sonhar. Que não se iludia com as fantasias de menina-moça, repleto de encantamentos e ilusões. E agora estava ali. Não mexia nada, nadinha. Mesmo quase estátua, sentiu se formar em sua cabeça uma tempestade de pensamentos. O coração acelerando sempre mais. Era como se fosse explodir em tristeza, pra sempre! E tal sensação a fez lembrar pouco a pouco a gota d’água que fez surgir àquela tempestuosa situação. Do pesadelo presente.
Tudo começou quando ela resolveu dar vazão as novelas. Nunca havia achado graça naquilo, mas de repente aqueles romances melados começou a ser interessantes. Sobretudo os protagonistas principais do drama da novela das oito. Coitados, sofrem, sofrem... tanto! Não perdia um capítulo! E chegou até a imaginar, que seria o máximo ser aquela menina, pobrezinha, que tinha sido abandonada pela família. Como nos contos de fadas, encontrava (bem por acaso!) um rapaz boa pinta, de uma família riquííííssima e que se apaixonava perdidamente pela tal. Como se não bastasse tanta imaginação, ainda era possível sentir a dor da atriz principal, durante o tempo (bem espaçado!) das confusões dolentes. Nessas horas, uma lágrima sempre caia dos seus olhos. Ela se envolveu com unhas e dentes! Com o tempo foi esquecendo da sua realidade, hipnotizada com a novela, com o problema daquelas pessoas que ela já conhecia bem. Perder um capítulo? Nem que estivesse doente. Seus amigos, seu namorado, podiam esperar. Tanto tempo em vão! Agora não conhecia mais ninguém... Nem mesmo o homem que disse por muito tempo que a amava. Estava estupidamente triste. Todos os momentos, desde o início da novela, passaram pela sua cabeça. Finalmente descobriu que não era o abandono do seu namorado o que mais lhe doía. A verdade é que não poder ser aquela menina da novela das oito (tão linda, feliz e rica!) era arrasador. Ela iria ser obrigada a viver sua vida e isso ela desaprendeu há tempos. Como encarar o presente depois do fim da novela das oito?
Postado por Meires em terça-feira, agosto 07, 2007 0 comentários
Marcadores: Meus Escritos
Uma militante fascinante !

será um nome que eu jamais esquecerei.
Essa italiana foi uma atriz de Hoolywood, uma grande fotógrafa e muito mais que uma militante comunista, ela foi revolucionária em todos os sentidos, artisticamente e politicamente. É uma das mulheres mais fascinantes do século XX, e não sou só eu que digo isso, certamente.
Li sua biografia em quadrinhos escrita pelo Ángel de la Calle.
Ainda não tinha ouvido falar claramente sobre Tina, tenho apenas vaga lembrança de ouvir alguem citá-la em um filme, sei lá, pode ter sido até impressão.
Não tinha lido nada do cara que escreveu essa biografia, que em poucas palavras, a escreveu de uma forma emocionante!
Ele refaz todos os passos dela, contando sua infancia, as viagens, o primeiro emprego com 12 anos, seu trabalho no cinema, sua vida extravagante no méxico, sua paixão pela fotografia, (paixão perdida nos últimos anos de sua vida), a vida de espiã, toda a luta na guerra civil espanhola, seus amantes e admiradores e sua morte misteriosa, sem explicação.
"Quando quero me lembrar de Tina Modotti devo fazer um esforço, como se tratasse de recolher um punhado de névoa. Frágil, quase invisível. Eu a conheci ou não a conheci?"Pablo Neruda
Tina, Jamais a esquecerei!
Postado por Meires em terça-feira, agosto 07, 2007 0 comentários
Marcadores: Minhas Leituras
domingo, agosto 05, 2007
E estava aqui lendo as postagens anteriores e percebi que tem algumas coisas das quais eu prometi falar e deixei passar.
Agora uma das coisas que eu vou evitar fazer nesse blog é prometer!
Postado por Meires em domingo, agosto 05, 2007 1 comentários
Marcadores: Meus Dias